Designing Ideas

10 de agosto de 2010

EDU invade o P&D 2010

Filed under: Artigos,Pesquisa — filipecxc @ 1:24

A Escola de Design Unisinos, representada por alunos de mestrados, docentes da Graduação e do Programa de Pós-Graduação, teve um número significativo de artigos aprovados no principal evento científico da área, o Congresso Brasileiro de Pesquisa e Desenvolvimento do Design, a ser realizado entre os dias 13 e 16 de outubro na Universidade Anhembi-Morumbi em São Paulo.

Serão 26 trabalhos que serão apresentados oralmente no evento, o que marca a consolidação da produção científica que vem sendo desenvolvida na EDU. Parabéns aos alunos e ex-alunos Chaiane Bitelo, Charles Di Pinto, Marina Finestrali, Ana Carolina Vilela, Fernando Stéfano de Oliveira, Jane Toss, Roberto Thomé, Bruna Moreira, Igor Casenote, Keila Nicchele, Fabrício Tarouco, Eliara Fraga, Arina Blum, Natália Luz, Bruna Remus, Rogério Delanhesi, Anderson da Cruz e Henrique Tramontina. Parabéns aos docentes Paulo Reyes, Filipe Campelo, Gustavo Borba, Celso Scaletsky, Fábio Parode, Betina Martau, Leandra Saldanha, Gustavo Fischer, André Marques, Paula Visoná, Gabriela Perry, Roberto Faller e Karine Freire!

Novamente, Parabéns!

7 de abril de 2010

Storyboard: uma ferramenta mais poderosa do que parece

Filed under: Artigos,Experiencia,Ferramentas Design — filipecxc @ 21:51
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Storyboard é uma ferramenta de representação visual extremamente empregada na área da Comunicação, mas seu uso no campo de Design vem ganhando maior espaço. Sua capacidade de apresentar situação de uso de um produto e/ou serviço, bem como tangibilizar a experiência de consumo que está sendo projetada, contribui para que seja um instrumento fundamental em um processo projetual. Recentemente, foi disponibilizado um white paper no site do Design Management Institute escrito por David Norton que expõe sua a pertinência de seu uso no campo de Design. O artigo na íntegra está disponível no link abaixo.

Storyboard Your Strategy: Think About, Design, and Measure the Whole Experience

28 de fevereiro de 2010

Por dentro do Planeta Nike

Filed under: Artigos,Inovação — filipecxc @ 13:24

Saiu na Época Negócios de janeiro uma radiografia sobre o funcionamento da Nike em Portland, Oregon e todos processos de inovação empregados pela companhia americana. O artigo (matéria completa) permite a visualização de como a Nike vem desenvolvendo produtos e marca, mas resolvi reproduzir um trecho sobre o desenvolvimento de uma nova linha baseada no sistema Flywire.

Um bom exemplo de que como a Nike desenvolve uma nova tecnologia é o sistema Flywire. Lançado em 2008, depois de sete anos de trabalho, ele é uma das principais novidades tecnológicas do mercado de calçados esportivos nos últimos anos.

A ideia surgiu da cabeça de Jay Meschter, designer e diretor do principal centro de inovação da Nike, a Cozinha da Inovação. Meschter afirma que uma das metas constantes dos seus designers é encontrar formas de fazer calçados cada vez mais leves e resistentes.

O problema é que normalmente a leveza é inimiga da resistência. “Os tênis são feitos mais ou menos da mesma forma há mais de cem anos”, diz ele. “Fundamentalmente, você pega o molde de um pé, cobre de tecido e costura. Para aumentar a resistência é preciso colocar camadas extras de tecido, o que torna o calçado mais pesado.”

A solução para esse dilema começou a surgir da observação de pontes suspensas, que utilizam cabos para dar solidez às suas estruturas. A suposição de Meschter é que o mesmo poderia ser feito em um calçado: fios, em vez de novas camadas de tecido, formariam a base de sustentação.

O insight criou entusiasmo dentro da Cozinha de Inovação e um grupo de pessoas foi destacado para ajudar. Mas os obstáculos não demoraram a aparecer, e o primeiro era qual material usar. “Foi um pesadelo achar o material, batemos em todas as portas da indústria de superfibras e ninguém tinha material que podia ser costurado”, conta Meschter.

As primeiras apostas recaíram sobre cabos utilizados na produção de helicópteros e pela indústria espacial, mas quando se descobriu que o custo por unidade seria de US$ 50 mil, o projeto foi temporariamente arquivado.

Os designers, no entanto, continuaram trabalhando em um problema paralelo: como costurar os fios. A costura semi-manual, que é parte do processo mais convencional, não se mostrou adequada, porque para o sistema funcionar seria preciso combinar pontos longos com pontos curtos.

O objetivo era que os microcabos funcionassem como tendões do pé e dessem apoio apenas às partes que sofrem pressão na hora que uma pessoa se movimenta. “Não sabíamos como fazer isso”, diz Meschter. “Mas começamos a experimentar com uma máquina de costura computadorizada que temos no laboratório.” O equipamento era utilizado, na verdade, para bordar e teve de ser modificado.

Depois de muitas tentativas, os designers conseguiram programar a máquina para costurar toda a estrutura do tênis em uma tela plana, que depois seria dobrada e colada ao solado. O achado significava que eles tinham conseguido ao mesmo tempo criar um protótipo e uma maneira de produzi-lo em massa. “Ficamos tão felizes da primeira vez que a gente corria pelos corredores gritando ‘funcionou, funcionou’”, relembra Meschter.

O sucesso convenceu os diretores de inovação da viabilidade do projeto e a busca por material foi desengavetada. O kevlar parecia ser a alternativa definitiva até se descobrir que ele perdia qualidade quando exposto ao sol. O pessoal da Nike finalmente encontrou a resposta num fio usado em missões espaciais, o Vectran, quase tão resistente quanto o carbono e, ainda assim, flexível.

Os primeiros protótipos foram testados pelo corredor Michael Johnson, ganhador de quatro medalhas de ouro olímpicas. Após sete anos de idas e vindas, os primeiros pares de tênis usando o sistema foram apresentados nas pistas de corrida da Olimpíada da China. Hoje, ele é usado em vários produtos, inclusive calçados de basquete.”


10 de setembro de 2009

Artigos de Referência

Filed under: Artigos — filipecxc @ 3:14

Dentre os artigos e materiais comentados no curso, listo aqui alguns deles.

- Dissertação de Daiane Scaraboto sobre uso de netnografia (Comunidades virtuais como grupos de referência nos processos decisórios do consumidor)
- Artigo de Robert Kozinets (The Field Behind the Screen: Using Netnography for Marketing Research in Online Communities)
- Exemplos de questionários

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